Recomendação aos Pais

O homem e a mulher trazem regras e crenças das suas famílias de origem. Com o casamento passam a negociar e a construir as bases que irão reger a sua família. O casal frente à chegada dos filhos deixa de viver uma relação a dois. Com filhos bem pequenos passam a enfrentar novas questões. E com os filhos na adolescência os desafiam são grandes. Os pais necessitam de constante atenção para manter uma comunicação saudável:

. Procure sempre conversar sobre suas expectativas da vida, estimulando com isso que seu filho também expresse suas necessidades;

. Seja atento ao comportamento, as reações e aos sinais não verbais dos seus filhos;

. Fale sobre seu trabalho e acompanhe o desenvolvimento de seu filho na escola e no social;

. Estimule seu filho a participar das atividades familiares;

. Coloque as regras de forma clara para que o filho entenda a razão de poder ou não fazer algo;

. Desenvolva a capacidade de negociar com o seu filho, para que ele também possa negociar seus impasses;

. Não ridicularize nem castigue seu filho, não grite, não seja abusivo e não use de violência;

. Se falhar em algo, admita seu erro, esperando que ele também possa admitir os seus;

. Use sempre o diálogo, para que seu filho possa refletir sobre algo errado e suas consequências;

. A educação autoritária, imposta, não negociada, agressiva, punitiva e ameaçadora não traz bons resultados;

. Se seu filho está distante, procure se aproximar;

. Se seu filho está agressivo, trate-o com mais carinho;

. Se não entende seu filho, fique atento ao que pode estar bloqueando sua compreensão;

. Acredite que seu filho tem muito mais tendência a assimilar e copiar os pais, no bom e no ruim;

. Você é o responsável por seu filho no quanto ele possa sentir a família como seu apoio e principal rede.

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Pai americano atira no computador da filha

“Acho que a reação dele, claro que foi muito equivocada, porque ele tentou punir usando um meio violento. Mas é claro que, se ela entrar nessa retaliação, nessa lei de olho por olho, ela pode dizer: ‘agora eu vou também vou estragar uma coisa que ele gosta’. E aí o ciclo da violência está iniciado e não tem fim. A internet é hoje em dia uma coisa necessária. As escolas têm internet, as salas de aula estão recebendo computador. A conversa e o olho no olho é muito bom. Isso que as famílias precisam tomar atenção e ficar de bem com a internet. O problema não é a internet” – Psicóloga Cynthia Ladvocat.

http://tinyurl.com/7nglhht

REPORTAGEM NO FANTASTICO EM 04\03 – Sobre o vídeo do pai americano Tommy que atirou no computador da filha Hannah depois que ela postou uma carta aos pais no FACEBOOK, veja em http://youtu.be/kl1ujzRidmU ou no blog: www.8minutesoffame.com

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Jovem fica 24 horas sem acessar internet; será que castigo funciona?

O castigo offline está na moda. O que significa deixar o seu filho sem computador. Mas será que tirar a web da vida do filho é um bom castigo?

Uma discussão mexe com toda a família: será que tirar a internet da vida do filho é um bom castigo? Nos Estados Unidos, um pai tomou uma atitude radical e condenável.

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O que teria levado um pai a dar tiros no computador da filha? E você achando que o seu pai tomava medidas drásticas. Essa história aconteceu nos Estados Unidos e é o extremo a que chegou o castigo da moda: o castigo offline (deixar o seu filho sem computador).

Parece que o mundo todo cabe dentro da janela de um computador. “Eu acordo, ligo o computador, escuto música, aí falo com meus amigos, aí vou para a escola. Quando eu volto da escola, ligo o computador de novo, vejo o que está acontecendo, falo com meus amigos, escuto mais um pouco mais de música”, contou Letícia Alves, de 14 anos.

Resumindo: a Letícia passa o dia inteiro sentada, vidrada. Até o dia em que ela ficou de castigo. “Eu conversava com pessoas de outros estados, eu falava com pessoas mais velhas. Meus pais não sabiam quem eram, aí eles me proibiram”, explicou.

Foram duas semanas sem internet. É difícil entender o tamanho do castigo que é ficar sem computador. Por isso, o Fantástico tentou reproduzir, mais ou menos, o que isso significa.

Cada uma das janelinhas no computador da Letícia é uma pessoa conversando com ela. O Fantástico tirou os amigos do mundo virtual e os trouxe para falar com a Letícia – cara a cara, e ao mesmo tempo sempre rola uma musiquinha. “É como se fosse uma festa”, diz a jovem.

Agora imagina se alguém acende a luz e manda todo mundo ir embora? Isso é o que sente quem leva um castigo offline. A Letícia não fez nada dessa vez, mas vai levar um castigo do Fantástico: um dia inteiro sem computador. “Vai ser difícil, vou tentar”, disse a menina.

A jovem vai contar como é a sensação por um vídeo diário. “Oi, meu nome é Letícia, tenho 14 anos. Vou ficar 24 horas sem computador”, falou.

Elaynne Gomes, de 17 anos, já passou muito mais do que 24 horas no castigo. “Quando não arrumo quarto, ou quando eu não arrumo meu guarda-roupa, já é motivo pra eu ficar uma semana sem computador e é horrível. Aos 9 anos, eu ganhei um computador. Com 10, passei a usar a internet, aquilo ali já faz parte de mim, não tem como tirar do nada”, revela.

Mesmo de castigo, ela não se controlava e dava um jeito de se conectar escondida. Até que a mãe teve uma ideia infalível. “Deu aquele estalo assim: vai lá e tira o cabo da internet”, conta Valdéia Gomes, mãe de Elaynne. “Passei a levar para rua, colocar na bolsa e levar, porque eu quero o melhor para ela”.

“Acho que isso foi bom, já que não tinha internet nem nada para fazer, ou eu recorria à TV ou, então, estudava mesmo”, lembra Elaynne.

Será que a Letícia encontrou alguma coisa para fazer? “Acabei de sair da piscina, já dormi um pouquinho, mas nada substitui a internet. Estou esperando o pessoal da produção chegar e acabar com esse tormento”, registrou a menina.

Daqui a pouco o castigo de Letícia acaba. Mas não podemos dizer o mesmo sobre a dona do computador que recebeu tiros. A americana Hannah tem 15 anos. Ela é filha do Tommy Jordan. Ele ficou furioso quando descobriu que a filha tinha postado na internet uma carta reclamando de ter que ajudar nas tarefas domésticas. Como resposta ao desaforo, ele resolveu fazer um vídeo que já foi visto mais de 30 milhões de vezes.

No vídeo, Tommy contesta tudo que Hannah escreveu e diz que essa não foi a primeira derrapada da filha e lembra: “eu avisei”. Se acontecesse de novo, a coisa ia ficar bem mais feia e ficou. Ele deu nove tiros e mandou um último recado: “você pode ter um novo computador quando puder comprar um”, diz Tommy no vídeo.

“Acho que a reação dele, claro que foi muito equivocada, porque ele tentou punir usando um meio violento. Mas é claro que, se ela entrar nessa retaliação, nessa lei de olho por olho, ela pode dizer: ‘agora eu vou também vou estragar uma coisa que ele gosta’. E aí o ciclo da violência está iniciado e não tem fim”, afirmou a psicóloga Cynthia Ladvocat.

Dias depois, respondendo à enorme repercussão, Tommy Jordan gravou um segundo vídeo. “Não estou orgulhoso, mas não me arrependo do que eu fiz”, diz.

Para Letícia foi menos dramático: fim das 24 horas offline. A pressa é grande para conferir o que rolou na internet nesse tempo todo.

Fantástico: Do que você mais sentiu falta?
Letícia Alves: Da música, de conversar com alguém.

“A gente tenta regular a Letícia com moeda de troca. Lê um livro, usa a internet. Faz um exercício, vai para a academia, usa internet”, destacou Cynthia Pires, mãe de Letícia.

“A internet é hoje em dia uma coisa necessária. As escolas têm internet, as salas de aula estão recebendo computador. A conversa e o olho no olho é muito bom. Isso que as famílias precisam tomar atenção e ficar de bem com a internet. O problema não é a internet”, completou a psicóloga.

Quem diria que depois de atirar no computador da filha, Tommy e Hannah ficariam bem? Foi isso que o americano contou ao Fantástico por telefone. “Toda essa repercussão nos aproximou bastante”, disse ele.

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Confira 9 fatos sobre adoção no Brasil

Confira 9 fatos sobre o processo de adoção no Brasil
IG 06/01/2012 22h00

1. Quanto tempo costuma levar o processo de adoção?

De menos de doze meses a cinco anos: tudo depende, principalmente, do perfil determinado pelo adotante. De acordo com Soraya Pereira, presidente do Projeto Aconchego, grupo de apoio à adoção e ao apadrinhamento afetivo de Brasília, futuros pais que querem adotar uma criança branca e recém-nascida podem ficar de quatro a cinco anos na fila. O tempo de espera para quem faz menos exigências chega a cair para três meses.

Mas o processo costuma ser muito cauteloso e, entre cadastros, entrevistas e visitas, é bom contar com pelo menos um ano. É o conselho da psicanalista, terapeuta familiar e especialista em família e adoção Cynthia Ladvocat, conselheira da ONG Terra dos Homens. “Raramente acontece antes disso”, conta.

2. Solteiros podem adotar?

Sim, não há nenhum impedimento. Pessoas solteiras, de acordo com Bárbara Toledo, podem entrar para o processo de adoção e serão avaliadas da mesma forma.

3. Casais homoafetivos podem adotar?

Sim. Mas a principal dificuldade é conseguir o reconhecimento da dupla-paternidade ou dupla-maternidade logo de início. “Agora está começando a haver até mesmo uma modificação na certidão de nascimento para fazer este reconhecimento”, diz Soraya Pereira.

De acordo com Bárbara Toledo, no entanto, a facilidade para o processo de adoção depende da comarca em que o pedido for efetuado. “Alguns juízes não veem problema, mas outros ainda não se abriram para a possibilidade”, comenta. De qualquer forma, a questão da sexualidade não entra na avaliação dos adotantes.

4. Maiores de 18 anos também podem ser adotados?

Sim, mas não mais pela Vara da Infância e Juventude. Bárbara de Toledo afirma que, nestes casos, o processo de adoção acontece pela Vara da Família e a vontade de um jovem de mais de 18 anos tem um peso muito maior do que o de uma criança.

5. A mãe adotiva tem direito a licença-maternidade?

Sim. A licença-maternidade da mãe adotiva tem a mesma duração da mãe biológica – entre quatro e seis meses, dependendo da empresa. No entanto, de acordo com Bárbara de Toledo, esta licença ainda não está muito clara para o caso de adoções tardias, de mães e pais que adotarem crianças mais velhas. “Mesmo nestes casos os adotantes precisam de um tempo para cuidar da adaptação da criança, mas ainda é algo que está sendo batalhado”.

Além disso, ainda é preciso que a licença-maternidade se torne genérica, para que pais adotivos solteiros também possam usufruí-la. De acordo com Soraya Pereira, um pai adotante de Brasília já entrou na Justiça e conseguiu uma licença para poder cuidar do filho.

6. É mais difícil adotar irmãos?

Embora a adoção de irmãos costume demorar menos, os futuros pais podem passar por um processo mais cauteloso e detalhado – afinal, ter duas ou mais crianças de uma vez não é fácil. “Se um solteiro adotar um casal de irmãos, por exemplo, as crianças podem se unir como aliados dentro de casa e a adoção pode não dar certo”, avalia Soraya Pereira.

Pela dificuldade de adotar duas ou mais crianças e pela questão financeira dos futuros pais, já existem casos de irmãos que vão para famílias diferentes, mas famílias amigas e escolhidas a dedo para que os irmãos continuem a crescer juntos. “A lei diz que não se pode separar irmãos, mas esta solução começa a ser permitida e dá certo”, diz.

7. A criança pode pedir para ser retirada da família pela qual foi adotada?

Assim que a adoção ocorre, a criança passa a ser filha daquela família como em qualquer outra família. Se ela quiser ser retirada daquele lar, o pedido deve ser investigado para saber se ela está sendo maltratada, por exemplo. Mas Soraya Pereira afirma que é muito raro acontecer: até o processo se completar, já ocorreu um acolhimento de ambas as partes e a criança já venceu a maior parte do caminho para também “adotar” os pais.

8. Os pais são obrigados a aceitar a primeira criança que lhes for apresentada?

Não, mas podem ter problemas se recusarem uma criança dentro do perfil. Segundo Bárbara de Toledo, algumas Varas podem até acabar colocando os pretendentes de volta ao final da fila por isso.

9. A mãe adotiva pode amamentar?

Sim. Mas não é algo que costume acontecer espontaneamente. Na maioria dos casos, para que a mãe adotiva possa amamentar, segundo o consultor em amamentação Marcus Renato de Carvalho, também professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de desejar amamentar e estar disponível física e emocionalmente, há uma técnica de indução à lactação.

Com a orientação do médico, a mãe pode usar um medicamento que inibe o fator de inibição da prolactina – hormônio que estimula a produção de leite. Além disso, ela deve usar uma pequena sonda colada ao mamilo. Na hora de amamentar, enquanto o bebê tenta sugar o leite da mãe, a sonda fica ligada a um copo com fórmula infantil. O que faz produzir leite é, segundo o especialista, o sugar no peito. Como o bebê não suga em um peito sem leite, a técnica é ideal: “Como ele não fica desmotivado, já que o leite vem da sonda, isso estimula a produção. Após pouco tempo, o leite acaba saindo da mama”.

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Jogos eróticos seduzem crianças

Veja o resumo da matéria neste link Resumo

No destaque os comentários de Cynthia Ladvocat

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Como está sua relação? Faça o teste do manual do casamento

Como está sua relação? Faça o teste do manual do casamento aqui, ou neste link

Este teste foi baseado no livro ‘O que as esposas e os maridos não devem fazer – um manual clássico de boas maneiras para um casamento feliz’, escrito por Blanche Ebbutt. O manual é de 1913 e acaba de ser reeditado. A psicanalista e terapeuta de família, Cynthia Ladvocat selecionou algumas situações apresentadas no livro e as transformou em perguntas comuns tanto aos homens quanto às mulheres.

Pegue uma caneta e responda às perguntas. No final do teste, você vai conhecer as respostas:

1. Ainda ri das piadas do seu marido ou da sua esposa?
( ) sim ( ) não

2. Você reclama da desorganização dele (dela)?
( ) sim ( ) não

3. Você parou de chamar seu marido e esposa pelo nome depois que tiveram filhos para chamá-lo de “o pai” ou “a mãe” das crianças?
( ) sim ( ) não

4. Você exalta as qualidades de outros homens ou mulheres na frente do seu marido (ou esposa)?
( ) sim ( ) não

5. Você aceita as sugestões dele (dela)?
( ) sim ( ) não

6. Você fala mal do seu marido (ou esposa) para os outros?
( ) sim ( ) não

7. Você faz elogios ao seu marido (ou esposa)?
( ) sim ( ) não

Análise das respostas:

Se você respondeu sim:
3 vezes = O seu casamento tem grandes possibilidades.
2 vezes = O seu casamento tem razoáveis chances.
1 vez = É saudável rever regras e hábitos do casamento.
Se respondeu SIM todas as vezes = Seu parceiro gosta muito de você por aceitar tantas afirmativas.

Se você respondeu não:
4 vezes = O seu casamento tem grandes possibilidades.
3 vezes = O seu casamento tem razoáveis chances.
2 vezes = É saudável rever regras e hábitos do casamento.
1 vez = Casamento com instabilidade.
Se respondeu Não em todas as vezes = Seu parceiro gosta muito de você por aceitar negativas.

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Evento da APTF Reúne Especialistas em Violência Doméstica

Família sem diálogo é um lugar seguro para crescer? A violência está aumentando no ambiente familiar? As respostas a estas e outras questões cruciais serão debatidas por especialistas na V Jornada Paulista de Terapia Familiar, que acontece entre os dias 2 e 4 de julho na cidade de São Paulo, com o apoio da Universidade Paulista (UNIP), da rede hoteleira Novotel e da Basilivros.

Por seu caráter abrangente e multidisciplinar, o encontro é dirigido a estudantes e profissionais das áreas de Psicologia, Psiquiatria, Saúde, Serviço Social, Pedagogia, Direito, além de policiais civis e militares, delegados e juízes, entre outros.

Segundo Maria Rita Seixas, presidente da Associação Paulista de Terapia Familiar (APTF), um dos principais objetivos do evento é sensibilizar todos os atores sociais para a necessidade de se romper com uma cultura de omissão diante desse grave problema. Precisamos cuidar de todos os membros da família – e não só da vítima da violência. Só iremos avançar se construirmos uma rede social multidisciplinar para enfrentar esse desafio.

Conteúdo e Palestrantes

Na quinta-feira (2 de julho), primeiro dia da jornada, a doutora norte-americana Sandra Stith ministra o curso Terapia para Casais Violentos e fala sobre sua experiência e parceria com a polícia norte-americana nas questões relacionadas às vítimas e perpetuadores da violência doméstica. A diretora do Departamento de Desenvolvimento Humano da Universidade Virginia Tech é também supervisora clínica e membro da AAMFT (Associação Americana para o Matrimônio e a Terapia Familiar), cujo foco de pesquisa preferencial é a Violência Doméstica.

No segundo dia (3 de julho) acontecem vários workshops.

O primeiro, realizado no período da manhã, trata do tema CNV-Comunicação não Violenta e será ministrado por Dominic Barter, educador, mediador e pesquisador em questões de conflitos, além de especialista em Práticas Restaurativas (metodologia que trabalha a conscientização do agressor sobre as conseqüências de seus atos).

No mesmo dia, início da tarde, acontece uma mesa redonda com a participação de diversos profissionais envolvidos com a temática da violência doméstica, como Ghislaine Gliosce da Silva, Dalka Chaves de Almeida Ferrari, Rosmary Correa, Antonio Carlos Alves Braga Júnior, Maher Hassan Muleh, Cynthia Ladvocat e Maria Rita D´Angelo Seixas.

Na sequência, o advogado brasileiro Cássio Filgueiras mestrando em Mediação pelo Instituto Suiço Kurt Bosch e pela Universidade de Buenos Aires, ministra o workshop sobre Mediação. O evento prossegue com a socióloga Maria José Lopes Sousa, especialista em Violência de Gênero e Rede enquanto Política Pública, que será a responsável pelo workshop Rede.

No sábado (dia 4 de julho) serão realizadas mesas redondas e oficinas, além da apresentação de posters, pesquisas e trabalhos acadêmicos ligados ao tema violência na família.

Inscrições pelo telefone (11) 2679-7651, com Silvana ou mais informações no site www.apft.org.br.

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Curso sobre o desenho com adultos – Vanna Puviani – Itália

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Simpósio abordará temas que mostram a importância da intervenção psicológica familiar

Nos dias 29 e 30 de abril, a capital de Mato Grosso do Sul sedia o VII Simpósio Brasileiro de Terapia Familiar, que acontece simultaneamente ao I Simpósio de Terapia Familiar de MS. Profissionais renomados de várias partes do País abordarão temas como: família e dependência química; adolescência e suicídio; anorexia e bulimia nervosa, entre outros.

O público-alvo são os profissionais e estudantes das áreas de Psicologia, Serviço Social, Direito, Medicina e Pedagogia. As inscrições podem ser realizadas à Rua Tabelião Murilo Rolim, 189, bairro Vivenda do Bosque ou à Rua Brasil, 948, bairro São Francisco. O investimento é de R$ 120,00 para profissionais e R$ 60,00 para acadêmicos. No dia do evento, o valor será de R$ 140,00 e R$ 70,00, respectivamente. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones: 3326-7453 e 8411-0138.

A organização é da Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF-RJ), em parceria com a Associação de Terapia Familiar de Mato Grosso do Sul (ATF/MS).

Programação – No dia 29, às 19h, na Assembléia Legislativa, acontece a abertura oficial. Entre os presentes estarão a presidente da ABRATEF/RJ, Denise Kopp Zugmann; o psiquiatra e coordenador do CDC, Luiz Carlos Prado/RJ; a presidente da ATF-MS, Maria Helena Coelho e representantes do governo do Estado e da prefeitura de Campo Grande. Neste dia, o assunto tratado será Assistência à família em Mato Grosso do Sul.

No dia 30, as atividades terão início às 8h, com as palestras O romance familiar e as fantasias infantis – onde vivem os monstros?, com Cynthia Ladvocat/RJ, e Família e educação dos filhos – um problema com muitos contornos, com a psicoterapeuta de família e casal Elizabete Medeiros de Almeida Martins/BA.

Às 9h30, os palestrantes Dr. Luiz Carlos Prado/RJ e Adriana Selene Zanonato/RS abordarão o tema Trabalhando com crianças e suas famílias – casos clínicos ilustrados. Logo depois, será discutido sobre Adolescência e suicídio, com a presidente da ATEF-ES, Daniela Reis.

As palestras seguirão com os temas Anorexia e Bulimia nervosa na adolescência, com a psicoterapeuta de família e casal do RS, Ieda Zamal Dorfman; Perícia psicossocial: casais e famílias em situação de litígio, com a mestre em educação e perita em Varas de família, Angela Biocchi/GO; Doença crônica e sua repercussão na família, com a presidente da ACATEF/SC, Maria Isabel Caminha; Família e dependência química, com a presidente da ABRATEF/RJ, Denise Kopp Zugmann; Sociodrama: família com adolescentes, com as mestres em psicologia, Marlene Marra/DF e Maria Eveline Ramos/DF. Às 18h, será a mesa de encerramento.

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VI Jornada de Infância e Adolescência

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